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domingo, setembro 20, 2009

ANIVERSÁRIO DE 11 ANOS DO ADOLESCENTRO - 1

Na sexta passada o Adolescentro encerrou sua semana com a comemoração de seu aniversário,
como já é tradição, com apresentações dos parceiros do Adolescentro, isto, os adolescentes e suas famílias.

Foram vários os presentes que a equipe do Adolescentro recebeu, entre elas uma grata surpresa, uma reportagem do Correio Brasiliense de Cecília Castro, que todos devia ler.
Ao Correio, nossos agradecimentos e especialmente a Cecília de Castro, por sua sensibilidade e decisão de fazer uma repostagem que não traz sofrimento, mas sucesso!

Um grande abraço!

Valdi Craveiro Bezerra
Médico Hebiatra

terça-feira, novembro 04, 2008

Crianças, adolescentes, saúde mental e descaso. Quem "somos" os responsáveis?

Na tarde de sexta-feira, dia 31 de outubro de 2008, realizou-se audiência pública, sobre a execução da sentença de 24 de novembro de 2006, que condenou o Governo do Distrito Federal a criar e implementar uma política e serviços de atendimento à saúde mental de crianças e adolescentes, como previsto no ECA. Essa Ação Civil Pública teve início em 14 de março de 1997. Levou nove anos, oito meses e oito dias para a sentença e mais dois anos para se realizar esta Audiência Pública, totalizando 11 anos e oito meses de espera.

Acabou a espera ?
A psicóloga Flávia de Araújo do PDIJ fez uma apresentação contundente e impressionante, tanto histórica como a atual situação da saúde mental da criança e do adolescente no DF: total abandono pelas autoridades em todos esses anos. Como conclusão final o relatório apresenta apenas duas unidades no DF que prestam atenção às crianças e adolescentes: o Centro de Pesquisa, Capacitação e Atenção ao Adolescente e Família (Adolescentro) e o Centro de Orientação Médico Psicopedagógica (COMPP), “os quais não atendem a demanda atual do DF”.
Além da Dra. Tânia Torres Rosa, Subsecretária de Saúde representando o Secretário de Saúde, estavam compondo a mesa o Coordenador Administrativo em exercício da Promotoria de Justiça de Defesa da Infância e da Juventude, Nino Franco, o Promotor de Justiça Anderson Pereira de Andrade, a Subsecretária de Desenvolvimento Social e Transferência de Renda, Marta Sales, o Presidente do Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente (CDCA), Fábio Teixeira, e o Conselheiro do Conselho de Saúde do DF Michel Platini.

O público usou a palavra, por dois minutos cada, para reivindicar, cobrar, acusar, lembrar, esclarecer e falar de esperanças. De uma maneira geral, os problemas complexos como o uso de drogas, os transtornos mentais, a violência sexual entre outros, são reduzidos a uma simplicidade ingênua, principalmente em uma relação à sua solução: a saúde oferecer tratamento.
A mesa, não diferente da assistência, apontou os absurdos da lotação orçamentária para a saúde mental, acusou a SES de não respeitar até hoje a decisão judicial e, lembrou em boa hora, que o DF é o segundo estado com menor número de CAPES da Federação, só perdendo para o Amazonas. As colocações, todas, foram contundentes e impactantes. Não sobrou espaço para meio termo e acredito que foi uma das audiências públicas mais elegantes, pela seriedade de todos os presentes.

É importante lembrar que foi o resultado do esforço incansável da equipe de Promotores da Infância e Juventude, representados no evento pela Promotora de Justiça Leslie Marques de Carvalho. A promotora Leslie deixou claro que o objetivo do Ministério Público do DF e Territórios é participar ativamente para o cumprimento da sentença. No entanto, não esqueceu o mais importante: “Vamos fiscalizar o trabalho, mas o diálogo faz parte de todo esse processo”.
Como esperado, a audiência terminou com a fala da Subsecretária de Saúde, respondendo as questões colocadas. As colocações de Dra Tânia foram de uma honestidade e responsabilidade tão elegantes, que não houve discussão ao final. Algumas delas:
  1. As cobranças aqui realizadas não intimidam, mas intimam soluções;
  2. O que posso prometer é a determinação de trabalhar com todas as forças para que esta situação se desfaça e, em outra tarde, sem constrangimento eu poder desejar uma boa tarde;
  3. Todas as instituições envolvidas têm que desenvolver atos interdisciplinares para resolver o problema;
  4. Assumimos o que nos cabe e disporemos todos os recursos da SES para que se comece o equacionamento dessas questões;
  5. Mudança de cultura tem que ocorrer e não temos mais tempo. Esse é um dos nossos maiores problemas!
Esse é o momento?
Como o Adolescentro foi citado em várias ocasiões na apresentação sobre a situação da Saúde Mental no DF, é fundamental fazermos algumas colocações na esperança de ajudar nas soluções, pois não temos mais tempo, como colocado pela Subsecretária de Saúde:
Tanto a Saúde Mental como o uso de Drogas, são fenômenos biopsicossociais, e a criança e o adolescente são totalmente diferentes do adulto nos mesmos fenômenos. A criança não é um adulto pequeno. Adulto pequeno é anão. Nesse ponto endossamos a proposta da Dra. Mariza, gerente do COMPP, de ser criado na SES uma gerência específica para tratar da saúde mental da infância e adolescência.
Mesmo que a saúde funcione como um termômetro, e pareça que o problema reside nela, os problemas e limitações sociais, da justiça, do serviço social e do trabalho, participam da construção e manutenção desses fenômenos;
  1. Todos nós profissionais temos a deformação pela formação que temos. Seria hilário se não fosse desesperador um diálogo entre a saúde e a justiça, sobre um caso de violência sexual intradomiciliar. O conceito de violência sexual para justiça é centrado no autor, no crime. O foco do conceito da saúde TEM QUE SER focado no(o) sobrevivente da violência, justamente aquele que não faz parte da lei. No entanto, quando sentamos imbuídos em resolver o problema dessas pessoas, os resultados são maravilhosos e impressionantes;
  2. Só fazemos parte da solução se fazemos parte do problema. O inverso também é verdadeiro e sério. Enquanto as instituições envolvidas não tornarem-se parceiras e assumirem-se como parte do problema, vamos continuar no mesmo. Para isso é fundamental criar um Grupo de Ação com representantes permanentes e com autoridade para tomar decisões para resolver o problema. Nós, como cidadãos, temos que EXIGIR RESPEITO das autoridades que elegemos, para a saúde mental;
  3. O problema é urgente. Para nós, só usa drogas quem pode não quem quer. Em nossa experiência, os distúrbios e transtornos mentais, emocionais e afetivos precedem o comportamento.
Investir na prevenção e atenção à saúde mental da criança e do adolescente será a maior economia que qualquer governo possa fazer.
O grande problema dos transtornos mentais e o uso de drogas (entre outros) é que todos nós queremos distância. São problemas que nos envergonham, denunciam nossos piores temores e preconceitos. O pior de tudo é que, os transtornos mentais e o uso de drogas, além de roubar a cidadania das pessoas que padecem desses problemas, autorizam a sociedade como um todo, trata-los como coisas, pois só dão problemas. Temos que esquecê-los.

Basta lembrar que o processo que levou 11 anos e oito meses e nenhum jornal da capital achou o assunto importante para ser divulgado, a não ser no site da MPUDF .

Fica o desafio: Faça parte do problema!

Valdi Craveiro Bezerra

Duas primeiras fotos de José Evaldo Vilela no site
http://www.mpdft.gov.br/joomla/index.php?option=com_content&task=view&id=927&Itemid=1.

terça-feira, março 20, 2007

O Adolescentro também vacina

A definição do CS06 como Adolescentro, criou na mente de algumas pessoas umas dúvidas no mínimo engraçadas. Perguntar se ainda é um Centro de Saúde é a mais comum. Frequentemente recebemos solicitações de macas, mesa de exames, aparelhos odontológicos, remédios da farmácia, com a "justificativa" de que agora somos o Adolescentro. De fato, não somos mais o CS06 que éramos, somos agora um Centro de Saúde de Excelência.

Excelência na competência e na vontade de atender a comunidade adolescente e sua família, de procurar cada vez mais fazer o melhor, e acima de tudo, se sentir confirmado e realizado pelo trabalho profissional de alta qualidade efetuado.

A despeito disso, a equipe de Enfermagem Adolescentro realizou a atualização dos cartões controles de vacinana (espelho) das crianças cadastradas na nossa unidade até Setembro de 2006. Esta atualização foi realizada através de busca ativa dos pais e /ou responsáveis pelas crianças, com visita domiciliar e/ou por contato telefônico.

Este tipo de atividade já havia sido realizado anteriormente, porém não com tanto empenho da equipe. Com este diferencial foi possível atualizarmos os cartões 2003 até outro de 2006.

Dispomos hoje de 401 crianças cadastradas, destas, 340 encontrava-se em atraso e/ou com vacinação em outra unidade de saúde.

Com esta iniciativa foram atualizados 235 cartões até janeiro de 2007, correspondendo a 58%.

Parabenizamos a equipe responsável, as enfermeiras Laura Tavares Barbosa, Jumaida Mª Insaurriaga e com destaque em especial para a técnica de enfermagem Aldeny Araújo e a agente de saúde Maria Laura Lustosa, incansáveis e persistentes nessa tarefa.

Realmente não somos mais um centro de saúde, somo O CENTRO DE SAÚDE!

Laura Tavares Barbosa

domingo, março 18, 2007

Em verdade vos digo

Vamos parar de mentir sobre a Contracepção de Emergência?

Em 2003 conhecemos Regina Figueiredo que facilitava um treinamento sobre Contracepção de Emergência do NEPAIDS. Foi amor à primeira vista. Regina organizou a REDECE, nos apresentou a Angeles e fizemos uma parceria com o Pacific Institut for Women´s Health.

Dessa parceria criamos um folder sobre Contracepção de Emergência, elaboramos um Manual sobre CE e realizamos um curso. O dinheiro, infelizmente não foi suficiente para montarmos um site e disponibilizar todo o material produzido. O Bush ao assumir o governo cortou todos os subsídios para programas que divulgavam a camisinha e a CE. O estranho é que a mídia não percebe esse pacto demoníaco entre Bush, a igreja e alguns deputados alucinados, que vivem criando leis para proibir a distribuição da CE.

Apesar de toda essa iniqüidade, desde 2003 fazemos uma palestra sobre o casamento Camisinha-Contracepção de Emergência em todo atendimento BPS. E pasmem! NUNCA nenhum pai ou mãe criticou ou acho ruim nosso trabalho.

Você não tem que usar a CE, mas tem o direito de saber que ela existe, que é seguro, eficiente, NÃO É ABORTIVA e, é um direito constitucional.

De acordo com a última versão dos Critérios médicos de Elegibilidade para uso de métodos anticoncepcionais (2004) da Organização Mundial de Saúde, não há nenhuma doença ou situação que contra indique a utilização da CE. (Baixe o arquivo PDF). Desta forma não é necessário exames antes, durante nem depois de seu uso. Portanto, a consulta médica ou necessidade de orientação quanto os problemas de seu uso, não tem nada a ver com a CE, mas com a necessidade de controle do exercício da sexualidade da mulher.

Como usar?

A CE foi lançada com dois comprimidos de 0,75 miligramas de Levonorgestrel cada um. No início, era orientado tomar cada comprimido com diferença de 12 horas. Não se sabia que os efeitos colaterais não se somavam se fossem tomados juntos. Como havia a possibilidade de esquecer o segundo comprimindo, nosso folder apresentava a opção de tomar os dois juntos, por nosso publico ser de adolescentes. Hoje a orientação é dose única de 0,150 miligramas de Levonorgestrel, nosso plano B.

Tome os dois comprimidos de uma vez se forem de 0,75 mg ou um comprimindo de 0,150 mg se dose única, o mais breve possível após uma relação sexual desprotegida.

Eficiência

A CE oferece proteção de:

97% se for tomado nas primeiras 12 horas

95% se for tomado nas primeiras 24 horas

85% se for tomado nas primeiras 48 horas

56% se for tomado nas primeiras 72 horas

Até o 5º dia a CE faz diferença

A CE NÃO É ABORTIVA

Não há nenhum trabalho provando que a CE é abortiva. O inverso é verdadeiro. Inúmeros trabalhos mostram que se a mulher já estiver grávida e tomar a CE, não abortará.

No entanto a igreja parte do princípio, segundo a reportagem do Correio Brasiliense (15.03.07 pg. 41-42), que “surge uma vida duas horas após uma relação sexual”.

Se essa afirmação for verdadeiramente da igreja (Bispo Rafael Cifuentes), é no mínimo perversa por dois motivos. Apesar dos padres, pastores agirem de acordo com a fé, são pessoas no mínimo com curso superior. Qualquer pessoa com o primeiro grau sabe que a vida surgiu na face da terra uma única vez e nunca mais repetiu tamanha façanha. A vida só surge da vida. Um espermatozóide ou um óvulo são vivos. A metade das mulheres que têm relação no período fértil não engravida. A metade dos óvulos fecundados não chega ao útero, isto é, apenas 25% das relações no período fértil o ovo chega ao útero. Desses óvulos fecundados apenas 3% a 8% fazem a nidação, isto é, iniciam uma gravidez.

Desta forma, não sabemos a respeito de que vida a igreja fala. Sabemos, no entanto que para ela, o ser humano, seus fiéis, os filhos de Deus não são mais importantes que a própria igreja, feita de homens. Ela tem que manter seu poder. Antigamente a igreja queimava as pessoas em nome de Deus. Hoje, a fogueira foi substituída pela gravidez não planejada ou por uma DST, como a AIDS. Parece que não mudou muito, porque mesmo diante de tais atrocidades, vemos pessoas apoiando sem nenhuma reflexão essas atitudes perversas. A única certeza que tenho é que Deus não tem nada com isso!

Basta ler um pouco o evangelho e pensar o que diria Cristo diante dessa situação? Creio que ele repetiria, com uma pequena alteração, Matheus 25:41- 45

41. Então dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos;

42. Porque tive fome, e não me destes de comer; tive sede, e não me destes de beber;

43. Sendo estrangeiro, não me recolhestes; estando nu, não me vestistes; e enfermo, e na prisão, não me visitastes.

&&. Aos 14 anos engravidei e não me ajudastes a evitar,

&& Aos 17 contrai o vírus da AIDS, porque mentistes para mim.

44. Então eles também lhes responderão, dizendo: Senhor, quando te vimos com fome, ou com sede, ou estrangeiro, ou nu, ou enfermo, ou na prisão, ou grávida (?) e com AIDS, e não te servimos?

45. Então lhes responderá, dizendo: Em verdade vos digo que, o que não fizerdes ao menor dos meus filhos, não fizeres a mim.

(Mateus 25 & Valdi 2003)

Valdi Craveiro Bezerra

terça-feira, março 06, 2007

Bem vindos a bordo da felicidade

Hoje inicia um novo desafio para o Adolescentro. Oferecer um Treinamento em Serviço de no mínimo 360 horas para 55 profissionais. O Treinamento em Atenção Biopsicossocial ao Adolescente em Família é oferecido em várias modalidades. Todas essas participam da mesma atividade técnico-científica na terça-feira das 07 às 12 horas. Hoje apresentamos o Adolescentro - o Centro de Referência, Pesquisa, Capacitação e Atenção Biopsicossocial ao Adolescente em Família e o Programa do Treinamento em Serviço.

Até ano passado não passavam de 30 o número de profissionais em treinamento. Esse ano nós assumimos o desafio de treinar 55 profissionais, pertencentes a 13 regionais da SES e a 05 outras instituições.

O objetivo é ampliar e construir cada vez mais a rede de atenção biopsicossocial ao adolescente na SES.

Para a Secretaria de Saúde é o treinamento mais barato que existe e que dá maiores dividendos. (1) Recicla seus profissionais com recursos da própria SES sem gastar um centavo nem se preocupar com os custos do treinamento, a não ser manter o salário dos servidores quando liberados; (2) Investimento na promoção pessoal desses servidores tornando-os mais felizes e realizados profissionalmente; (3) Amplia a rede de atenção ao adolescente oferecendo um serviço de ponta e de alta qualidade para a população; (4) Dá uma resposta a pressão da justiça em garantir o atendimento à população adolescente com problemas de drogas; (5) Contabiliza 17 serviços criados e montados a partir do Treinamento em Serviço oferecido pelo Adolescentro, os quais todos os anos se encontram para discutir e trocar experiência para a promover da autonomia de cada um.

No entanto, a própria SES, principalmente seus gestores, desconhecem tudo isso. Afirmamos isso porque nós do Adolescentro, apesar de enaltecendo o nome da SES com esse treinamento, sofremos todos os anos com atitudes equivocadas, de pessoas cujo cargo lhes dá o poder de trabalhar contra a população e contra os objetivos da SES sem serem questionados.

Mesmo assim continuamos a fazer o que achamos que é o certo. Independente da prepotência de pessoas que utilizam seus cargos como estivessem pilotando a cozinha de suas casas, vamos continuar lutando para a expansão da rede de atenção biopsicossocial ao adolescente em família na rede de saúde da SES. Essas pessoas não precisam estudar, ensinar, crescer, criar serviços, se comprometer ou promover cada vez mais a saúde da população. Elas são assim mesmo, infelizes.


Hoje, diante de tantos objetivos do treinamento 2007, nos perguntaram qual seria o objetivo mais importante. Quanto a isso não temos dúvidas.





Aprender a ser mais felizes sendo quem somos: Profissionais guerreiros contra toda iniqüidade.



terça-feira, dezembro 05, 2006

Gostaríamos de convidá-lo para a segunda etapa de seleção

A cada ano o trabalho desenvolvido pelo Adolescentro é confirmado, principalmente pela procura para o Treinamento em Serviço.

Esse ano inscreveram-se 159 profissionais. A primeira seleção seguiu os critérios do edital: a) Ser da SES ou de outro serviço do GDF; b) Trabalhar com adolescentes, ou interesse em desenvolver serviços para atenção ao adolescente. Em outras palavras, o objetivo principal é ampliar a rede de atenção ao adolescente na SES.

Foram selecionados 53 profissionais para a entrevista.

Dividimos a entrevista em dois momentos. Inicialmente será apresentado o Adolescentro, seus programas, sua metodologia e epistemologia. Em seguida serão apresentadas as modalidades de Treinamento em Serviço oferecidas. Esse momento é fundamental para os candidatos conhecerem e ter clareza do que será o treinamento. No segundo momento os candidatos serão entrevistados individualmente, avaliando-se o a possibilidade de integrar e/ou ampliar serviços ao adolescente, disponibilidade concreta do horário para o treinamento e interesse para a instituição. A entrevista tem duração prevista de 04 horas, isto é, das 08 – 12 horas e das 14 – 18 horas.

Candidatos selecionados para a entrevista dia 06/12/2006 das 08 – 12 horas.

  1. Admilta Serafim de Melo
  2. Alexandre Gracia Barbosa
  3. Ana Paula Silva Ruiz
  4. Andréa de Souza Said
  5. Ângela Maria Rosas Cardoso
  6. Cristina Ayako Kimura
  7. Dóris de Almeida Silva
  8. Esther Shirlys Teixeira Bernardo
  9. Gabriela Barros de Araújo
  10. Gildete da Silva Santos
  11. Ivo Marçal Vieira Júnior
  12. Jumaida Maria P. Isaurriaga
  13. Laura Tavares Barbosa
  14. Lea Correia Guimarães
  15. Lúcia Edna C. Silva
  16. Maria de Fátima do S.Figueirôa
  17. Maria Lúcia Viana
  18. Marília Soares Martins Pinheiro Nogueira
  19. Marina Lohmann Couri
  20. Marta Helena Nunes Martins dos Reis
  21. Patrícia Aparecida Cardoso Vasconcelos
  22. Sandra Cátia de Pontes
  23. Sarah Guerra Gama Tinoco
  24. Tatiana Leonel da Silva Costa
  25. Verônica Maria Abiorana Campos
  26. Walcilene Furtado de Souza

Candidatos selecionados para a entrevista dia 06/12/2006 das 14 – 18 horas.

  1. Adriana Haack de Arruda Dutra
  2. Alyne pessoa Pisk
  3. Ana Maria de Carvalho
  4. Carmelita Gomes Rodrigues
  5. Claiene Muniz Pereira
  6. Denise Leite Ocampo
  7. Djanira Vieira da Luz
  8. Eduardo Hecht
  9. Eliane da Silva Aguiar
  10. Eliane Francisco de Andrade
  11. Fernanda Deleu Recife
  12. Fernanda Figueiredo F. Mendes
  13. Giuliano Enrico Pontes Guércio
  14. Heloísa Helena Coelho Brites
  15. Jane Kátia Mendes Cravo Quintanilha
  16. Jeiza Andrade de Santana
  17. José Maria Carvalho Borges dos Reis
  18. Joyce de Oliveira Vieira
  19. Lílian Cunha B. Lima
  20. Maria de Lurdes Sales de Andrade
  21. Maria do Carmo de Azevedo Barbosa
  22. Michelle Cristina Pereira Netto
  23. Nefertiti Andréa F. de Matos
  24. Olga Maria Parente Macedo de Andrade
  25. Suely Mendes de Oliveira
  26. Thalita Faria Machado do Carmo
  27. Yanna Aires Gadelha de Mattos

O não comparecimento no dia e horário marcados implica em exclusão do candidato neste processo de pré-seleção.